Bets: "A minha sorte é melhor"
EDITORIAL Bets: "A minha sorte é melhor" Antenor Emerich Calma, BET, calma. É espantosa a facilidade com que milhões de pessoas entregam dinheiro às casas de apostas acreditando que serão a exceção. Todo apostador acredita que vai tirar a sorte grande. Nenhum, absolutamente nenhum, para por um instante e pensa: "Existem milhões de pessoas apostando exatamente a mesma coisa que eu." E, principalmente: "A BET não é uma casa de caridade." Ela não existe para distribuir riqueza. Ela existe para ganhar dinheiro. E ganha. Ganha porque as probabilidades foram construídas para isso. O apostador perde. Acredita que foi azar. Aposta outra vez para recuperar o prejuízo. Perde de novo. Então faz aquilo que a BET espera que ele faça: deposita mais dinheiro. É um ciclo perfeito. Quanto mais a pessoa perde, mais acredita que está perto de ganhar. É a velha ilusão de que a próxima aposta corrigirá todas as anteriores. Mas a matemática não tem memóri...