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Mostrando postagens de janeiro 21, 2012

EPÍLOGO - A BOCETA DE PANDORA

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Tudo gira em torno da boceta. Também pudera, a vida passa pela boceta. Pela boceta a vida entra, pela boceta a vida sai. E, querem ignorar a boceta. Em vão, quem tem a boceta não esquece. Quem não tem não esquece também. Pandora Mara sente o volume de sua boceta. Sente inchada, sente úmida, sente que parece chiar, sente pela sutil vibração que a boceta inquieta exprime. A sente sempre. Está sempre ali, inchada, chamando a atenção. Os olhos sempre se voltam pra boceta. Pandora imagina que há um elo mental entre os homens e a boceta. Eles se aproximam e primeiro olham pra boceta, e parecem dizer por telepatia “olá, boceta, como vai você?”. Ela responde e se retorce por dentro. Mas, Pandora só vê o olhar, e sente contorcer dos músculos. Depois disso eles cumprimentam os seios, e só depois cumprimentam a cabeça. Pandora às vezes pensa que é a boceta quem manda, que a mulher é só uma serviçal. Admite, entretanto, e só a si, que não tem coragem de discutir nada disso com ninguém, que é um pr...